O desgoverno de Cabral

Enquanto Sérgio Cabral continua viajando com o dinheiro dos fluminenses....



O jornalista Jorge Lourenço do Jornal do Brasil publicou uma noticia chamada "A Maldição de Paris persegue Cabral", ao qual levanta dados que nos últimos grandes desastres, o nosso governador não se encontrava no Rio de Janeiro.

No ano passado, Sérgio Cabral estava em Paris com a sua família no dia que houve a tragédia na Região Serrana, assim como ele estava fora do país quando Angra dos Reis sofreu com os deslizamentos. O mesmo aconteceu no desabamento dos prédios no Centro do Rio nesse ano, ao qual Cabral viajava com a família. Não vou numerar todos os eventos, mas só para ter ideia, do primeiro mandato de Sérgio Cabral, seis meses foram fora do Brasil, isso sem contar os outros estados, uma média maior do que o do Fernando Henrique Cardoso, conhecido pelo apelido "Viajando Henrique Cardoso".

Não é a toa que o próprio Sérgio Cabral anunciou para a Agência Estado exatamente nessas palavras: 

“O governador é o Pezão, o primeiro-ministro é o Regis e eu fico ali animando a festa”.- Disse Sérgio Cabral no Palácio Guanabara ao anunciar que Pezão será o seu sucessor, enquanto o vice da chapa deverá ser Regis Fichtner ou Lindbergh Farias (PT). 

Em outras palavras, um policial do BOPE (vista como a elite da policia) ganha um pouco mais de 2 mil por mês, médicos da rede estadual ganham menos que isso, os bombeiros do RJ ganham menos de mil reais, os professores menos ainda, enquanto o nosso "animador de festas" ganha R$ 18.318 sem contar os adicionais extras (como muitas das viagens dele).

 Texto escrito e postado por  Rafael Oliveira, 06 de Fevereiro de 2012

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