terça-feira, 1 de novembro de 2011

Prefeitura inicia obras do Museu do Amanhã no Píer Mauá

Obras do Museu do Amanhã começam custeadas pela iniciativa privada

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O Museu do Amanhã, futuro novo grande ponto turístico do Rio de Janeiro, começou a ser construído hoje no Píer Mauá, na Zona Portuária, recebendo também a noticia que não será mais custeado com recursos públicos. 

As obras custarão R$ 215 milhões e prometem mudar a cara do Porto Novo, projeto dentro do Porto Maravilha. O museu foi projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, ao qual também foi responsável por obras como: Museu de Arte de Milwaukee, nos Estados Unidos; a Estação do Oriente, em Lisboa, Portugal; o Complexo Olímpico de Atenas, na Grécia; e a Estação Ferroviária do Aeroporto de Lyon, na França.

O museu deverá ficar pronto no primeiro semestre de 2014 e será dedicado à ciência, à ética e à tecnologia, ele terá o patrocínio do Banco Santander, que investirá R$ 65 milhões na implantação e na manutenção da instituição por dez anos. 

Na cerimônia de lançamento da obra, o prefeito Eduardo Paes disse que espera que o museu se transforme num novo marco arquitetônico do Rio. Paes comparou a estrutura ao Cristo Redentor, aos Arcos da Lapa e ao Sambódromo:
- O museu é a joia da coroa do projeto de revitalização do Porto. É um ícone que se constrói para o Rio e certamente entrará para o imaginário da cidade, como o Sambódromo, os Arcos da Lapa e o Cristo. Será mais uma marca à qual nos apegaremos.
O prédio terá 15 mil metros quadrados e ficará acomodado sobre um espelho d'água, alimentado com a água da Baía de Guanabara. A água do mar será usada na refrigeração do prédio.

O paisagismo do terreno - que, com 30 mil metros quadrados, inclui, além do museu, espaços de lazer e ciclovias - será desenvolvido pelo escritório Burle Marx. O objetivo é que o projeto possa buscar a certificação internacional de prédio verde. 

O visitante poderá passear, dentro do museu, por ambientes onde estará em discussão a vida do homem nos próximos 50 anos e o futuro do planeta. A expectativa é que a população flutuante atinja 400 mil pessoas diariamente.

A obra será custeada com os recursos da venda no mercado financeiro dos Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs), títulos criados pela prefeitura que permitirão a empreendedores erguer prédios de até 50 andares na Zona Portuária, dependendo do terreno, com ajuda de empressa privadas. 

Entre as obras previstas no Porto Maravilha estão a derrubada de parte do Elevado da Perimetral, a abertura de túneis e avenidas, e a implantação de redes de água, luz, esgoto, gás e telefonia, numa área de cinco milhões de metros quadrados, além da recuperação do patrimônio histórico e cultural. 

Texto escrito e postado por  Rafael Oliveira, 01 de Novembro de 2011

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