Rock in Rio gera recorde para o Rio de Janeiro

Rock in Rio gera recordes mundiais

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O maior festival musical do planeta, Rock in Rio, terminou com quase 100 horas de festival ao longo de sete dias e um público de 700 mil pessoas presentes dentro da Cidade do Rock. Foram mais de 160 atrações depois de 10 anos de espera. Houve também 180 milhões de internautas de 200 países que acompanharam o festival por intermédio do site oficial e das ações nas redes sociais em toda internet.

O Rio de Janeiro enriqueceu mais de R$ 880 milhões na economia, atingindo uma média de 90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira carioca. A cidade contou com a visita de 350 mil turistas, sendo 25% estrangeiros não brasileiros.

A notícia mais esperada pelo público está confirmada. O Rock in Rio estará de volta em setembro de 2013, no mesmo local: o Parque Olímpico Cidade do Rock.

Quem não vivenciou pessoalmente o festival, acompanhou pela televisão e pela internet. Na web, o Rock in Rio alcançou 4,5 milhões de seguidores nas redes sociais, tornando-se assim o festival com melhores índices nesse quesito, superadando outros grandes festivais do mundo como Glastonbury (Reino Unido), Lollapalooza (EUA), Coachella (EUA).

O site oficial do festival obteve mais de 5 milhões de visitantes únicos e atingiu os Trending Topics do Twitter em 13 países.

A Cidade do Rock disponibilizou diversas ações para a diversão, e um total de 83.200 pessoas passaram pela roda gigante, pela tirolesa, pelo free fall e, também, pela montanha russa.

Dentro da Cidade do Rock, as empresas parceiras do festival também alcançaram índices que superaram as expectativas iniciais. No ramo alimentício, a rede de sanduíches Bob´s vendeu 448 mil hambúrgeres. 

Somente no dia 24, segundo dia de festival, O Bob´s quebrou um recorde ao vender 79.112 hambúrgeres em um único dia. A marca era de 58.175 hambúrgeres e estava registrada no Guiness Book – O Livro dos Recordes.

O Spoleto, rede de massas, vendeu 25.522 refeições e alcançou índice 30% maior do que projetado inicialmente. A média de venda das lojas da rede é de 555 refeições por dia e, no evento, esse número chegava a 4.500. Já a pizzaria Domino’s obteve índice 12% maior do que o planejado. Foram 55.783 pizzas vendidas em sete dias de festival. A Koni Store, com 21 mil konis e rolls vendidos, excedeu em 18% sua estimativa inicial de vendas.

A Heineken e o Spoleto também venderam assim do esperado. A Taco comemorou a venda de 10 mil peças de roupa.  

A Rede de comida japonesa, com loja na Rock Street, o Koni Store registrou venda de 21 mil konis e rolls, marca 18% a mais do que a esperada inicialmente. Uma loja do grupo vende nornalmente entre 230 e 500 kones dia. No festival esse numero chegava a 3 mil por dia.

A rede D'or foi a sponsável pelo serviço médico do Rock in Rio, realizando cerca de 8,6 mil atendimentos médicos gratuitamente nos sete dias de festival - 20% a mais do que o estimado. Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos in loco, houve apenas três casos graves (um de embolia pulmonar, um Acidente Vascular Esquêmico (AVE) hemorrágico e mal-súbito) e nenhum óbito. A maioria por conta de dores de cabeça (33%) e problemas ortopédicos (33%). Foram 45 remoções para hospitais da Rede D'Or e da rede pública.

Foram 98 horas de música para mais de 160 atrações. O evento gerou 10 mil empregos, usando 200 quilômetros de cabos, 50 quilômetros de tubos foram utilizados.

A área de 150 mil m² usou 12 Kwa de energia, valor equivalente a 600 casas. A famosa Roda Gigante animoucerca de 37 mil pessoas


Texto escrito e postado por  Rafael Oliveira,  05 de Outubro de 2011

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