sábado, 9 de julho de 2011

Siemens confirmará o Rio de Janeiro como capital tecnológica do Brasil

Presidente mundial da Siemens anuncia centro de pesquisas de 50 milhões de dólares no Rio de Janeiro

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O Rio de Janeiro continua recebendo grandes centros de Tecnologia, firmando-se como capital tecnológica do Brasil e o que se pode chamar de uma Vale do Silício do Brasil. A maior de todas as conquistas foi a General Electric (considerada pela Forbes 2000 como a segunda maior companhia do mundo e líder tecnológica do seu setor). O Rio de Janeiro também sediou esse ano a oitava edição da Conferência Internacional de Avaliação de Tecnologias em Saúde e o Challenge Bibendum 2010.. O Rio também possui um dos observatórios mais modernos do mundo (Observatório Nacional). O Rio de Janeiro foi o primeiro a fabricar nanocomponentes em todo o país. A Coppe sempre inova com suas tecnologias. O Centro de Operações do Rio de Janeiro é um exemplo nacional que as demais metrópoles brasileiras não conseguiram tirar do papel. A primeira fábrica de carros elétricos do Brasil é da Kasinski no Rio de Janeiro. A UFRJ foi quem criou uma técnica de limpeza de petróleo que poderia salvar até os EUA. O Rio de Janeiro inaugurou o primeiro centro para produção de células-tronco do Brasil. E por aí vai. Isso sem contar as empresas de software, Internet, comunicação e publicidade daqui.

Não é a toa que Moisés Naím (PhD pelo Instituto de Tecnologia de Massachussets) elogiou a posição do Estado do Rio de Janeiro no mercado financeiro como uma das poucas unidades federativas de países em desenvolvimento com o título de “grau de investimento”.


Mais um ponto positivo para o Rio de Janeiro em questões tecnológicas será a vinda centro de pesquisas de 50 milhões de dólares da Siemens no Rio de Janeiro. A Siemens é uma das maiores empresas de tecnologia de informação do mundo, além de ser o maior aglomerado de empresas da Europa


O grupo alemão construirá um centro de pesquisas no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Ilha do Fundão. O centro, que consumirá 50 milhões de dólares e empregará 800 pessoas, concentrará as áreas de pesquisa e desenvolvimento da companhia nas áreas de óleo e gás. O presidente mundial da companhia, o alemão Peter Löscher, anunciou o investimentoessa semana no Palácio Guanabara.
“O Brasil é um dos motores da economia global e essa tendência vai se manter nos próximos anos”, afirmou Löscher. “O novo centro de pesquisa e desenvolvimento no Rio de Janeiro é um marco dessa nova fase de crescimento no Brasil”, disse.

O Parque Tecnológico da UFRJ conta também com empresas como FMC Technologies, Schlumberger, Baker Hughes, UsiminasEMC, BG e a Petrobrás. A estimativa é de que juntas elas invistam cerca de 500 milhões de reais até 2013. Ou seja, o mais importante aglomerado tecnológico do Brasil.

 Texto escrito e postado por Rafael Oliveira, 09 de Julho de 2011

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