domingo, 27 de março de 2011

Cariocas fazem fila para entrar em Museu

Mostra de Escher no CCBB lota CCBB do Rio de Janeiro ao ponto de gerar fila quilometrica e prorrogar horário de fechamento para meia-noite

http://oglobo.globo.com/fotos/2011/03/27/27_MHG_fila.jpg

Há pessoas que ainda não aceitam que o Rio é a capital cultural do Brasil. No passado, o Rio revelou os maiores poetas e artistas do país. Hoje vemos ainda que os maiores arquitetos, atores, cantores, maestros, bailarinas e escritores também são cariocas. O Rio também se tornou a cidade que tem servido como plano de fundo para as produções de Hollywood. O Rio de Janeiro também conta com os melhores museus do Brasil, inclusive uma das 10 maiores bibliotecas do mundo e o maior acervo do país.

O carioca também vive no meio artístico cultural, com bairros que mixam muito do clássico, muito do moderno e muito do contemporâneo.

Há muito tempo, muitos queriam um final de semana de sol na Cidade Maravilhosa, mas milhares de cariocas trocaram a praia pela arte neste final de semana de sol e céu azul.

Durante esse final de semana houve filas quilométricas em torno do prédio do Centro Cultural Banco do Brasil, no Centro do Rio, para conferir a exposição "O mundo mágico de Escher", que será encerrada neste domingo, à meia-noite.

A fila faz um caracol em torno do prédio do CCBB, começando na porta e indo até a Rua Visconde de Itaboraí, passando pela Av. Presidente Vargas, Rua 1º de Março, Travessa Tocantins, terminando na Visconde de Itaboraí.Um fato que acontece normalmente em cidades como Paris e Nova York.

Somente ontem 25 mil pessoas passaram pelo espaço. Hoje o número será ainda maior e o museu fechará mais tarde para comportar os visitantes.

- A exposição é surpreendente porque a obra do Escher é muito ampla. Achei fantástico poder interagir com as criações dele, que trabalha muito com perspectiva e te leva para um mundo abstrato - contou o estudante Gustavo Souza, de 21 anos, que enfrentou 1h30m de fila para ver a exposição.
Maurits Cornelis Escher foi um artista gráfico holandês que morreu em 1972. Ele ficou famoso por suas obras com padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes, explorando-se o infinito e a arte.

Clique nos números a seguir para conhecer algumas de suas obras: 1, 2, 3, 4 e 5 .

Texto escrito e postado por Rafael Oliveira, 27 de Março de 2011

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