segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Um mal chamado FUNK

Policial é espancado por participantes de baile FUNK

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Bem.. Que a violência e falta de pudor no Rio (e no Brasil) chegou a tais proporções com ajuda do funk, isto não é novidade para ninguém, segundo os especialistas no assunto. Aumento no uso de drogas, bebidas para menores de idade, sexo na rua, prostituição, vulgaridade feminina e discriminação contra mulheres são as marcas registradas do funk. Sem contar que a maioria dos bailes funks, pertencem a terceiros de traficantes, que segundo O GLOBO, fatura milhões e com este dinheiro que é comprada as drogas e armamanetos dos bandidos da cidade.

Este post não está atacando o "ritmo" musical, mas sim a batida, até porque o funk brasileiro deixou de ser o funk-clássico dos anos 90 dos subúrbios carioca e deixou ainda mais de ser o funk de James Brown e Red Hot Chili Peppers. Onde tornou-se um ritmo que não é necessário esforço para composição, já que todas as letras falam sobre a vontade momentânea ou de fazer sexo ou de drogar-se através de uma voz irritante. E onde danças culturais tornaram-se em demonstração de falta de uso de "calcinhas". Claro que ainda existem músicas do clássico funk dos anos 90. Mas não é isso que há nestes bailes em grande maioria.

Fora do Brasil, os brasileiros são chamados de devassos e semi-prostitutas, onde quando alguém é vulgar, é até mesmo insultada de ''brasileira'', fato que qualquer um pode confirmar em sites de relacionamento europeus ou até viajando para fora do país.

E esta crítica não é apenas por gosto pessoal, até porque muitos podem até não gostarem de samba, pagode, axé, sertanejo, rock, pop e forró, mas estes estilos musicas têm pelo menos um arranjo musical, preparação, ensaio, melodia, métrica, combinação de rimas e todo um esforço com que faz com seja música realmente, fato o qual que vemos que as músicas que tocam no samba dos carnavais são preparadas com quase um ano, apesar do fato de eu não gostar de samba.

Sem contar, que muitas bocas de fumo acontecem nestes bailes funks.

Só para ter uma idéia, neste final de semana, um grupo de policiais militares uniformizados, foram fazer uma patrulha de rotina próxima a um baile funk na Cidade de Deus. Durante esta rotina, policiais viram dentro do baile funk, algumas pessoas fumando maconha. Os funkeiros do local, então espacancaram um dos policiais, com golpes na cabeça e chutes. Este policial encontra-se hospitalizado. Esta noticia foi publicada no ESTADÃO desta segunda-feira.


Terminando este texto, queremos afirmar que em nenhum momento estamos criticando a população que escuta funk, mas sim a realidade que o funk trás ao Brasil e ao fato de muitos quiserem considerar este movimento como cultura. Isso deveria ser abominado em nosso país, porque apologia a drogas, bebidas, sexo e violência é crime. Pelo menos deveríamos dar dignidade ao funk e voltar as raízes dos anos 80 e 90 (onde até certos músicos atuais seguem ou que chegam próximos como o Mc Marcinho), onde o funk carioca era realmente um estilo musical.


Texto de Victor, Vanessa, Thiago e Rafael
Postado por Rafael Oliveira em 28 de Setembro de 2009

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