sábado, 5 de setembro de 2009

Sobram vagas nos presidios do Brasil...

Enquanto a violência aumenta: Sobram vagas nos presídios e governo investe na desordem...

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Apesar deste blog ter uma visão positiva, mas tem coisas que não tem como ficar calado, como o caso da violência em todo o Brasil cresce cada vez mais e o governo simplesmente faz nada.

Primeiramente, o FUNK, conhecido como o ritmo "musical" que coloca maravilhas em usar drogas, porte de armas, além de investir no aumento da violência, prostituição e promiscuidade feminina, mas isso tudo é elogiada pela ALERJ. Porém a maior parte dos cariocas (segundo O GLOBO) são contra a este mal que assola o Brasil, não obstante a ALERJ e Cabral (o qual adora cair na gandaia) apoiou fielmente. Claro que não são todas as canções que fazem tais apologias, mas todos sabem que a grande maioria sim, principalmente desde o ano 2000 para cá... Além que não se toca instrumentos, apenas tem vozes irritantes, usa chavões criado por outras pessoas, além que todos os funkeiros defendem seu ritmo com palavrões e palavras em baixo calão, FUNK não é música e sim esgoto cultural. Repetindo: Claro que há funk que presta, mas a imagem geral do funk está totalmente deturpada, fato que o funk brasileiro nem funk é, porque já fugiu da categoria do funk internacional.

Segundo: Muitos projetos de leis prometem melhorar a violência no país, mas são inconstitucionais. No Brasil o bandido não pode se sentir pressionado; o Habeas Corpus brasileiro tem como lema "Se eu me sentir pisado pela policia, eu não posso ficar na cadeia". Se um policial bater no bandido, ele é o vilão da história. Mas se o bandido bater no policial, ele é amparado pela lei. Nesta semana, havia uma proposta de lei em colocar chips com GPS nos presos, mas a OAB disse que a constituição não permite que os bandidos se sintam vigiados. Se um aluno de17 anos (ou os pais) bater na professora da escola, o aluno não tem maturidade, mas se o professor chamar atenção do aluno, o agrediu emocionamente. Caso um deputado der projeto de lei em construir presídios em ilhas, não pode porque é incostitucional. Se um assassino matar muitas pessoas, ele tem problemas mentais e não pode ser preso segundo a constituição.

Sem contar que eu acho incrivel que um adolescente de 16 anos tem maturidade para escolher quem irá dirigir a nação, mas não tem maturidade para responder por seus atos.

Aqui no Rio de Janeiro, as pessoas invadem lugares particulares, públicos e de preservação ambiental, além de não pagarem água, esgoto, eletrecidade, telefone, e outrens. Sem contar que defenderem traficantes de drogas e armas, e ainda . Em troca o governo federal ainda dá Internet grátis, telefone grátis, plano inclinado, elevadores e por aí vai. Tudo isso pago por aqueles que realmente pagam impostos. Claro que eu defendo que o pessoal que não tem condição financeira, deve ter um apoio do governo, mas para melhorar a qualidade de vida deles e uma vida digna e com trabalho, não dando esmolas e estimulando eles a degradarem e aumentarem as favelas da cidade. Mas dando a eles um lugar digno, emprego e educação de qualidade.

Resumindo a Constituição Brasileira defende o bandido... O bandido tem que andar solto e os contribuentes presos em suas casas... Esse é o Brasil...

Para completar, segundo o último levantamento feito pelo Departamento Nacional do Sistema Penitenciário (Depen), as delegacias do Rio suportam 5.109 pessoas, mas dentro destas prisões há cerca de 6.466 detentos. Já as penitenciarias da cidade abrigam 3.777 presos onde caberiam apenas 2.500 em penitenciarias de presos que esperam julgamento. Já as penitenciarias de segurança máxima suportam 12.186 e dentro deles há 8.892. Claro que é positivo que as penitenciarias tenham mais vagas que presos, mas em um país onde a violência tem tamanhas proporções, é um cumulo ter tantas vagas sobrando em uma realidade que segundo o DEPEN acontece também em São Paulo, Porto Alegre, Recife, Brasília e outras cidades do Brasil.

Texto escrito por Mario Hugo Monken (Jornal do Brasil), com comentários de Jhonathan, Vanessa, Bruno e Rafael
Foto da cidade de Duque de Caxias

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